O bom da bienal é que, como ela ocorre a uma periodicidade = 2 anos, o que é um pouco óbvio, te dá tempo suficiente para comprar livros que deverão ser lidos até a próxima bienal. Porque ultimamente está sendo cada vez mais difícil me dedicar a leitura, o que é uma pena e uma falta de disciplina minha. Mas divago.
A bienal é um evento incrivelmente popular. Tanto que a fila composta por pessoas preocupadas com a sustentabilidade, e que por isso usam transportes públicos, demorou quase meia hora, sensação temporal agravada por um agradável frio de 10 graus que faz hoje na cidade de São Paulo. O espaço do Anhembi, que não peca por falta de metros quadrados, parecia pequeno tamanha era a multidão de pessoas que ali frequentavam.
Como evento eminentemente cultural, espero que essa multidão tenha aproveitado alguma coisa. (sim, sou ingênuo). Eu aproveitei e trouxe 7 livrinhos. Queria ter comprado o livro de fotografias do Henry Cartier Bresson, mas resolvi deixar para uma bienal em que meu salário for um pouco maior. Mas trouxe pra casa o novo do Jostein Gaarder, o 1o. volume do hq Scott Pilgrim, uma biografia da Billie Holiday, entre otras cositas más. Leitura garantida para os próximos dois anos.
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