quarta-feira, 1 de agosto de 2012

E como estamos indo?

Sobrevivendo ao fim do mundo.
Entrando em forma.
Só ainda não evoluí muito no Au Jardin, mas ainda tenho mais 5 meses. Quem sabe.

No entanto, voltei a gravar vídeos. O primeiro deles, Não Existe Amor em SP, é do artista Criolo, um dos novos nomes da mpb. É a primeira vez que gravo e canto sozinho, o que foi uma experiência interessante, já que estou longe de ser um cantor (apesar de adorar cantar). Essa música basicamente diz tudo que tem para ser falado (desilusão com SP mode ON).


O segundo, I´m through with love, é um jazz antigão, gravado pela Marylin Monroe em "Quanto Mais Quente, Melhor", e mais recente ganhou uma bela rendição da minha cantora favorita, Jane Monheit.  Eu e a Débora gravamos aqui em casa, numa bela tarde de domingo, pouco antes dela partir para a Alemanha, sem data para voltar :(


Esses vídeos dão um pequeno trabalhinho pois eu sincronizo o audio com um gravador que eu comprei em Paris ano passado, o H1. A qualidade do audio sem dúvida melhora.

Toda vez que gravo um vídeo, vivo um conflito porque nunca acho que está bom o suficiente. De qualquer forma, vou continuar gravando e, na medida do possível, compartilhando.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Metas de 2012

1. Sobreviver ao fim do mundo
2. Entrar em forma - fo real
3. Aprender a tocar Au Jardin do russo Balakirev

Mais do que isso, sei que não vou cumprir.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Um ano sem Cultura

Você já leu o blog "Um ano sem Zara"? Se estou falando com uma leitora, a probabilidade é alta. É incrível como este blog é famoso entre o público feminino. Conheci a autora (a Joanna) numa festa e achei interessante o conceito - uma espécie de Julie & Julia só que no lugar de receitas, roupas. A regra é clara, não entra nada no guarda-roupa da Joanna neste 1 ano.

Uma inspiraçãozinha para mim - estou lançando a campanha "1 ano sem Cultura". Calma, me refiro a Livraria Cultura. Zara está para roupa assim como a Cultura está para livros, CDs, DVDs, Blu-Rays e afins. Não posso comprar mais nada. Tenho vários livros para ler. Tenho uma quantidade enorme de filmes para assistir. Tenho jogos para jogar. Séries para ver. Don't worry, não criarei um blog (dificilmente seria tão popular quanto o blog da Zara).

Estou lendo A Game of Thrones e já chegou o segundo. Já encomendei o 3o., o 4o., o 5o., sem falar nos outros livros que estão na fila ("Zazie no metrô" é um deles, o final da trilogia Millenium é outro).

A Song of Ice and Fire #1 & #2 lindões

E os jogos? L.A. Noire e Red Dead Redemption. Não vou comprar mais nenhum jogo até matar esses dois. Tem Mortal Kombat, GTA4, Uncharted 2...

Filmes? A lista é interminável. Melhor parar por aqui. Não compro mais nada cultural pelo próximo ano. Será que eu consigo ficar um ano sem cultura? Agradeço o apoio.

domingo, 24 de julho de 2011

RIP Amy

Foda ver um artista favorito seu partindo desta para a melhor, ainda mais quando este artista tem só 27 anos, só lançou dois discos até hoje, e tem um puta talento.

Amy Winehouse era uma voz fora do normal. Entrei em contato com sua música pouco depois que ela lançou o primeiro álbum "Frank". Tive a sorte de ir num show dela, quando eu morava em Milão, em 2008. Na época ela começava a explodir. Filmei o show inteiro, está em meu canal do youtube.



Todo mundo sempre dizia que a Amy qualquer dia morreria, por conta de seus inúmeros problemas com drogas, mas no fundo eu nunca acreditei. Sempre achei que fosse só uma brincadeira. No fundo, no fundo, acreditava que ela ia sair dessa, continuaria a gravar e teria uma longa carreira.

Infelizmente estava errado. Espero que essa artista talentosa possa descansar e encontrar a paz que ela não teve durante sua curta jornada neste plano.

domingo, 10 de julho de 2011

Harry Potter e o Último Filme

Chegou a hora. Sexta-feira que vem estreia o último filme da série Harry Potter. Olha que sensacional o trailer abaixo, que compila cenas desde o primeiro filme, quando Harry era um molequinho de 11 anos, até chegar ao seu sétimo ano no mundo da magia.



Deu para segurar o choro? Couldn't care less?

Mesmo com o fim da saga de filmes, acredito que a franquia Harry Potter ainda irá se manter por muitos anos, pois marcou uma geração (a minha) e gerou fãs apaixonados pelo mundo criativo e acolhedor criado por J. K. Rowling. O próximo passo é o site Pottermore que incluirá novas informações sobre o mundo de Harry Potter, misturando com experiência de social network. Estará disponível para os fãs em outubro.

Sexta-feira que vem, vou assistir ao último Harry e certamente comentarei por aqui.

domingo, 3 de julho de 2011

Meia-noite em Paris

São Paulo tem dessas coisas. De repente, não mais que de repente, Woody Allen faz um blockbuster que lota todas as salas. Duas semanas após estrear, finalmente consegui assistir ao filme novo do diretor americano. Minha teoria é que a combinação das palavras "meia-noite", "Paris", o elenco estelar, o boca-a-boca positivo, levou os paulistanos a correr para ver Midnight in Paris. Melhor do que Transformers 3, sem dúvida.


Mas vamos ao que interessa. Não sou um conhecedor da obra de Allen. Pasmem, só vi dele Match Point e Vicky Cristina Barcelona, considerados os últimos dois filmes bons do diretor. No entanto, sei que Meia-Noite em Paris faz parte da linha fantasiosa que permeia alguns de seus filmes (Rosa Púrpura do Cairo, Desconstruindo Harry - devidamente colocados na lista de pendências). Woody começa seu filme com imagens deliciosas de Paris. Se você já visitou a cidade algumas vezes (cof cof), rapidamente estará imerso à cidade mágica, com seus cafés, ruas, lojas, cheiros, padarias, livrarias, monumentos, etc. Saudade imediata. E se você não visitou Paris ainda, está na pior - CORRA que o euro está acessível e está rolando soldes de verão.

Gil (Owen Wilson, narigudo) é um roteirista hollywoodiano querendo mudar os rumos da sua carreira e virar escritor de livros sério. Ele viaja para a cidade com sua noiva insuportável (Rachel McAdams, adorável em 99% dos filmes; Midnight é 1%) e família, e procura inspiração enquanto a noiva passa seu tempo ocupada com futilidades, reclamações, e um amigo ainda mais insuportável, que se acha conhecedor de tudo. Uma bela noite, após uma degustação de vinhos, desvencilha-se da noiva e "amigos", e vai curtir um passeio sem destino até que, após as doze badaladas, entra num carro que o transporta para a década de 20, o que leva a conhecer entidades como Scott e Zelda Fitzgerald, Cole Porter e Ernest Hemingway.

Allen discute a fascinação do homem com o passado e a vontade de viver em outra época. Me identifico pois eu daria tudo para estar em Berlim em 1960, quando Ella Fitzgerald cantou a versão definitiva de Mack The Knife (ella devia estar doidona e esqueceu a letra, daí começou a improvisar de maneira sensacional. Posteriormente foi recompensada com um Grammy de melhor gravação do ano. Atualmente, quem ganha o Grammy é gente como Eminem e Rihanna, só para constar). No entanto, eu gostaria de estar lá com meu iPhone 4 para fazer check-in no Foursquare e subir o vídeo dela cantando Mack the Knife ao vivo no facebook imediatamente, mas aí começa a ficar difícil. É exatamente disso que fala Allen no filme. Assim como Gil sonha/fantasia com os anos 20, sua musa Adriana (Marion Cotillard, linda) sonha com a Belle Époque e numa cena elegante, ambos fazem uma segunda viagem ao passado (inception-like) onde encontram pessoas como Toulouse-Lautrec e Degas, que também sonham com a renascença.

Meia-Noite em Paris é também uma bela homenagem a arte (com um vasto elenco se divertindo ao encarnar Stein, Dali, Buñuel, Elliott, etc) e a deliciosa cidade de Paris. Mais um acerto para a longa carreira de Allen.

Voltei a escrever

Por insistência de @samillesousa, @entojo e @chuvanapaulista (principalmente), decidi a voltar a escrever. Escrever é uma arte, é um prazer, e é uma dificuldade em tempos de redes sociais que privilegiam <140 caracteres, vídeos com menos de 1 minuto e por aí vai.

Então tomei uma decisão - fechei finalmente o IMHO. Foi um blog limpinho, honesto, que teve seu momento, seu ápice. Um blogue só já é difícil de manter (a menos que você seja Maria Bethânia), imagine dois. Irei usar este espaço para falar de cinema, música, cultura, política, economia (NOT!) e idiossincrasias.

Então é isso. I is back bitches! Vamos acompanhar.

domingo, 15 de agosto de 2010

Bienal do Livro

O bom da bienal é que, como ela ocorre a uma periodicidade = 2 anos, o que é um pouco óbvio, te dá tempo suficiente para comprar livros que deverão ser lidos até a próxima bienal. Porque ultimamente está sendo cada vez mais difícil me dedicar a leitura, o que é uma pena e uma falta de disciplina minha. Mas divago.

A bienal é um evento incrivelmente popular. Tanto que a fila composta por pessoas preocupadas com a sustentabilidade, e que por isso usam transportes públicos, demorou quase meia hora, sensação temporal agravada por um agradável frio de 10 graus que faz hoje na cidade de São Paulo. O espaço do Anhembi, que não peca por falta de metros quadrados, parecia pequeno tamanha era a multidão de pessoas que ali frequentavam.

Como evento eminentemente cultural, espero que essa multidão tenha aproveitado alguma coisa. (sim, sou ingênuo). Eu aproveitei e trouxe 7 livrinhos. Queria ter comprado o livro de fotografias do Henry Cartier Bresson, mas resolvi deixar para uma bienal em que meu salário for um pouco maior. Mas trouxe pra casa o novo do Jostein Gaarder, o 1o. volume do hq Scott Pilgrim, uma biografia da Billie Holiday, entre otras cositas más. Leitura garantida para os próximos dois anos.

domingo, 25 de julho de 2010

The Sims

Tenho brincado bastante de The Sims, só que na vida real. E é muito mais difícil [/Vanucci]. Nesta semana que acabou de terminar, foi pintada a sala, o "quarto do bixo" (também conhecido como o quarto do Ralf) e o corredor. Terminou hoje, TG. O cheiro de tinta ainda está forte, nem consegui ver um filme na sala.

Ainda na linha do The Sims, sabe quando seu Sim fica tão feliz que o balão dele fica branco? (acho que isso acontecia no The Sims 2) Pois é, isso aconteceu ontem, quando finalmente comprei meu piano. Mais detalhes da história dele quando ele chegar aqui em casa.

É muito divertido arrumar a casa. E o resultado até agora está muito bom. Hoje também comprei móveis para compor o meu escritório/quarto de visitas. O mais frustrante é que eles vão demorar 15 dias para chegar. No The Sims, é instantâneo. Escolheu, pagou, colocou na casa. Quem dera a vida fosse assim.

terça-feira, 20 de julho de 2010

A melhor música dos últimos tempos

E por últimos tempos, leia-se a última semana (sácuméqueé, essas coisas são meio dinâmicas).



Airplanes de B.o.B (lê-se Bi Ou Bi) featuring (adoro featurings, esta prática maravilhosa da música americana em que todo mundo está no CD de todo mundo) Hayley Williams of (sic) Paramore (e esse of Paramore é de doer, coitada. Ninguém merece ter seu nome acompanhado de "of alguma coisa"). Enfim, Airplanes é um ótimo pop com toques de hip hop e pitadas de melancolia.

Aliás, o CD do B.o.B está todo bom, é claro, para quem gosta deste tipo de música. Em minha viagem para a America, tocava de 5 em 5 minutos nas rádios outra música deste mesmo CD - Nothin' On You, featuring (sempre featuring) Bruno Mars, que também é bacaninha.

domingo, 18 de julho de 2010

A vida, o universo e minha viagem aos EUA

Como foi bomvoltar a escrever este blog. (agora só falta o outro, mas cada coisa no seu devido tempo).

Lembrei que não comentei da minha viagem à América, então fa-lo-ei nesta noite de domingo. Noite de domingo é sempre igual, sempre melancólica. Este final de semana foi bem interessante - pintei uma parede e um quarto da minha casa. Isso será comentado em maiores detalhes num futuro post.

Mas de volta aos EUA. Quer dizer, de volta não. Aliás, acho que agora vou demorar um pouco para voltar lá, visto que minha irmã que morava em Baltimore está voltando para o Brasil, viva. Comecemos então por Baltimore. Uma cidade encantadora, costeira, com um povo simpático e acolhedor. Essa última parte é mentira. Basta dizer que, ao agradecer com um educado "Thank You", você certamente ouvirá um desinteressado "An-ham" (como em "An-ham, Cláudia, senta lá). Baltimore, a cidade de Hannibal Lecter. A cidade do filme-guia "Ele não está tão a fim de você". A cidade em que você acorda cantando "Good Morning Baltimore".



Fomos algumas vezes para D.C. também. White House, museus, aquela coisa. Linda, linda.



Por fim New York. Concrete jungle where dreams are made of, já dizia Alicia Keyes featurando na música do Jay-Z. Sinceramente, achei New York estranha e um pouco diferente do que eu imaginava (fantasiava, talvez seja uma melhor escolha vocabular). Assisti a dois musicais lá: Mary Poppins, filme que marcou a minha infância. Este minha mãe ganhou de presente de dia das mães atrasado. O teatro que está passando este musical é maravilhoso, o New Amsterdam. Um dos maiores e mais bonitos teatros da Broadway. Gostei bastante principalmente porque utilizam muito bem as músicas super conhecidas do filme, mas adicionam novos elementos (muitos tirados dos livros, que um dia gostaria de ler). E - BIG SPOILER - Mary Poppins voa no final. How wonderful is that?



O outro musical foi Chicago. Clássico, em cartaz desde 1997, quando foi feito o revival do musical dos anos 70. Chicago para mim é o melhor musical evah. Melhores músicas, roteiro, coreografias, etc e tal.

Agora não poderia deixar de comentar sobre as compras. Meus cartões de crédito estão pedindo para eu comentar. Ainda estou pagando-os. Mas valeu cada centavo. Basta dizer que renovei meu guarda-roupa, ganhei um iPad que já foi comentado num post anterior. Neste exato momento, estou escrevendo este post deitado no sofá, enquanto meu computador está plugado na TV, graças a meu teclado wireless (comprei também um mouse wireless, tudo por um mundo sem fio). E comprei também um playstation 3 novo, câmera digital, iPod... a lista é grande. Tudo muito barato, tudo muito worth it.

A viagem foi muito legal. Passei um bom tempo com minha mãe e irmã, coisa que há muito não fazíamos. Reunir a família é algo sempre delicioso, principalmente quando, no nosso caso, isso é raro. Neste caso, unimos o útil ao agradável - família reunida, férias, passeio e compras. Não poderia ter sido melhor.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Updates x Ano

Isso é realmente preocupante.



Em 2005, meu blog começou em dezembro e teve 17 postagens. Nada mau.

Em 2006, saudáveis 179 entradas. Mas nada se compara a 2007, meu segundo ano de Itália: 260 posts! Lógico que quantidade não é sinômino de qualdiade, mas que esse período deixou ótimas recordações e umas fotos bonitinhas, ah, isso deixou.

Em 2008 eu voltei pro Brasil, e aquela coisa de terminar a Poli, procurar emprego, etc., fez com que o idiosyncrásia voltasse ao nível de postagens médio de 2006.

Em 2009, eu comecei a trabalhar e deu no que deu. Whattashame, tenho que reconhecer. Trabalhar dignifica o homem e faz ele postar menos.

Por isso, começo a combater desde já este número 3 horrível do gráfico de 2010. Mesmo que seja para escrever posts metalinguísticamente inúteis como este.

Novo layout

Chegou a hora de mudar! Inspirado pela facilidade dos novos modelos de layout do Blogger (e com a forcinha do amigo LMM) renovamos a cara do idiosyncrásia, trazendo um ar mais contemporâneo, urbano, com um toque quiçá cosmopolita.

E vamos voltar às atualizações.

domingo, 30 de maio de 2010

iPad

Inicialmente eu era totalmente contra esse dispositivo. Achava-o inútil e falho. Nada como colocar as mãos e testá-lo. Eu comprei. E minha mãe também comprou.

OK, o iPad continua inútil e falho. Mas é um brinquedinho divertidíssimo, além de amigo de viagens. Eu não gosto de levar meu laptop para viajar, em parte porque é um trambolho com tela de 16.4 polegadas. Algúem poderia argumentar: mas porque não comprar um netbook? Tinha essa intenção até descobrir o iPad.

Em primeiro lugar, esse negócio não é um computador. Ele serve como um iPodão. É ótimo para navegar na internet. Ler jornal impresso é algo praticamente impensável depois do iPad (óbvio que ainda nem todos os jornais já disponibilizaram uma versão para ele). Ainda não vi nenhum aplicativo excepecional mas devo baixar um para ler partituras (sim, posso usar o iPad como partitura, mesmo que não ainda não tenha coragem para isso).

Como todo brinquedinho que a Apple lança, com certeza nas próximas versões do aparelho, haverá muitas melhorias. O que eu faria se fosse engenheiro responsável pelo desenvolvimento do aparelho:

1) webcam - colocaria um combo de webcam + microfone na frente dele, afinal queremos usar skype.
2) usb - tá certo q o negócio não é um computador, mas porque não facilitar nossa vida na hora de adicionar músicas, filmes, etc?
3) dieta - o ipad está algumas gramas acima do peso - um pouquinho de academia deixaria ele ótimo para segurar por muito tempo.

Por enquanto só. Aqui nos EUA, para comprá-lo, só por reserva, tamanha a procura pelo bicho. Ainda bem que eu garanti o meu :D

segunda-feira, 8 de março de 2010

Hebe



Primeiro post do ano? demorô hein.

Estou assistindo a Hebe Camargo. Episódio histórico da televisão brasileira. Hebe é uma querida, uma gracinha. E diz uma pérola atrás da outra.

Péssimo, Sílvio Santos não foi no programa dela. Achei indigno.

81 anos de Hebe Camargo. Espero que ainda tenham muitos pela frente.

Antes de Hebe começar, fiz um macarrão conchiglie com atum ao forno. Ficou uma delícia. Estou passando mal até agora.

Achei um bom post para retomar o idiosyncrásia. Bem idiossincrático. A verdade é que eu andei distante deste blog. O twitter cumpre seu objetivo inicial, embora com a óbvia limitação. Tempo é um bem cada vez mais raro. Sem pressões meu povo. Quando sentir vontade de escrever sobre assuntos absolutamente aleatórios, escreverei.

A boa notícia é que estou começando a planejar minhas férias. Hoje comprei passagens pros EUA. Dia 23 de maio estarei chegando em NY, concrete jungle where dreams are made of. Aí vou eu America!

(observação: como eu não gosto do roberto carlos. Deixa de babação, Hebe)

domingo, 20 de dezembro de 2009

Mais um ano, menos um ano

E mais um ano está se aproximando da reta final. A sensação é que tanta coisa aconteceu... mas nada aconteceu. Paradoxal, mas a vida é assm.

Este ano, em especial, meu espírito natalino andou super em baixa. Sério, ainda está. Vou colocar umas músicas de natal pra ver seu eu animo. Pronto, Ella Fitzgerald swingin` todos os nossas favoritas canções de natal. Santa Claus is coming to town!

Sexta passada teve amigo secreto na casa da Nare. Eu ganhei o bluray de Wall-E. Que filme maravilhoso. Não vejo a hora de reassistir. Amanhã tem mais um amigo secreto, dessa vez dos trainees da cia. Quem será q me tirou? O que será que eu vou ganhar?

O lado bom dessa temporada de natal é o reencontro da família. Quinta-feira estarei chegando em Ilhéus. É uma delícia passar o natal com pai-mãe-irmã. Sinto muita falta. Também uns dias em Olivença pegando sol não fazem nal a ninguém.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

"Se descuida"

Se tem uma coisa que eu gosto do jornalismo da internet, são as matérias com o título "se descuida". Exemplo:

'A Fazenda 2': Bombom se descuida com toalha e fica nua

É um eufemismo tão bonito, tão gostoso de ler. A ironia soa sutil. Ficamos sem saber qual é a intenção do autor da matéria. Porque sinceramente, fica difícil de acreditar que foi mesmo um descuido, quando lemos uma matéria "se descuida".

BTW: Alguém vai ver A Fazenda 2?

EDITADO: Segundo a "Quem", Joss Stone também se descuidou no Rio. Quem diria.