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idiosyncrásia

cassis iniuria incido vis

IOS e POA

terça-feira, 13 de outubro de 2009
Eita feriadinho bom foi esse. Fui para Bahia, mainha e painho, praia, bobó de camarão. Tudo de bom.

Amanhã estou indo para o Canyon do Itaimbezinho, no Rio Grande do Sul, a trabalho (acreditam?). Volto sexta.

O que mais? Recebi um convite para o Google Wave mas ainda não testei realmente (convidei alguns amigos para me ajudarem). Quando chegar a alguma conclusão sobre o serviço, escreverei aqui. Para quem esteve fora da Terra nos últimos dias, o Wave é a ferramenta superambiciosa do Google que busca reinventar o email. Vamos ver se pega.

"Joga meu chip, Pedroooooooooooo"

sexta-feira, 18 de setembro de 2009


Tá pra aparecer vídeo mais engraçado que este na net. O desespero da mulher pelo chip (seria um Oi 31 anos?) é algo que quase sensibiliza. Gente barraqueira é uma dádiva da sociedade.

EDITADO: Graças ao TDUD?, já sabemos quem é Pedro. Quem quer o chip é a irmã dele, Ranielli (agora porque ela quer tanto assim, só deus sabe). Já tem vídeo com ângulo novo (geral filmou o barraco). Já tem funk. E parece que a Ana Maria Braga vai ligar pras pessoas amanhã. Como eu queria ver isso. "Joga meu chip Pedro" é fenômeno.

Queridos amigos que há muito não via

segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Semana passada, voltou de Paris meu querido amigo Rafael. A última vez que eu o vi foi em dezembro do ano passado. Ele voltou para terminar seus estudos na Politécnica. Infelizmente sua presença em terra brasilis é por tempo limitado. Logo logo ele volta para La Mère France. Sendo assim, serei obrigado a ir a Paris anualmente visitá-lo, o que farei com muito bom gosto.

Encontrei também a Tati na semana passada, que voltou de Milão para terminar seus estudos na Politécnica, mas ela pretende continuar a morar em São Paulo. Menos mau, minha rede de amigos não pode diminuir tanto assim.

Neste final de semana, aconteceu o casamento da minha amiga Priscila, com o Presida. A cerimônia foi linda, num lugar chamado "Espaço Natureza", na serra da Cantareira. Tudo bem que pra chegar lá, foi quase um rally, mas valeu a pena - o lugar era mesmo paradisíaco. E na ocasião, encontrei as queridas amigas Camila e Juliana, companheiras das horas fugidias em Milão. Desde que voltei da Itália, há mais de um ano atrás, não as via. Elas moram em Brasília e não vejo a hora de visitá-las na capital do Brasil - e quem sabe conseguir um autógrafo do Sarney.

Mercadão

sábado, 11 de julho de 2009
Parece estranho, mas desde que eu vim para São Paulo, há seis anos atrás, nunca havia conhecido o Mercado Municipal. Isso mudou hoje, finalmente fui no famigerado mercadão.

Foi num agradável passeio à 25 de março e arredores, com amigos queridos, onde comprei um pen-drive de 32gb (!) por 22 reais (!!). Depois fomos até o mercadão e lá comemos o obrigatório lanche de mortadela. Também comprei um queijo parmesão muito bom e nozes para fazer um brownie em um futuro muito próximo.

E é impressionante como a 25 de março reflete a realidade sócio-cultural brasileira/global real-time, ou melhor, trending, em linguagem twitteriana. Ou seja, vendem jóias e roupas indianas, e toca Michael Jackson, R.I.P., à cada barraquinha de rua. Pra quem pode, daria um interessante estudo sociológico.

São Paulo versus Fretado

quarta-feira, 1 de julho de 2009
Então os ônibus fretados estarão proibidos de circular a partir de agosto em uma área de 70km² do centro de São Paulo. O passageiro deste sistema de transporte descerá em um dos bolsões definidos pela prefeitura e de lá, pegará um metrô que o deixará muito próximo do local onde trabalha, já que temos uma estação de metrô a cada esquina.

Espere, não estamos em Paris. Não temos metrô em cada esquina. Os ônibus estão sempre lotados. E por que diabos a prefeitura resolveu mexer no fretado? Um serviço limpinho e honesto, que nunca deu trabalho pra ninguém? Shame on you, Kassab.

A prefeitura argumenta que quer "regularizar" o setor. Nada contra. Mas a idéia dos bolsões é ridícula. Primeiramente, os fretados não geram problemas no trânsito em São Paulo. Lotação não gera trânsito em São Paulo. O problema do transporte são os carros próprios, a maioria deles ocupados por um único paulistano. Proibir o fretado de circular no centro nada melhora o problema do trânsito, mas a questão é: pode piorar?

Os donos do transporte alegam que o fretado tira 20 carros de circulação. A prefeitura contra-argumenta: quem anda de fretado não tem carro próprio. Nem uma coisa nem outra. Tem quem use o fretado por mera comodidade: mora em outra cidade, não quer pegar o carro para ir trabalhar, prefere ir dormindo, o que aumenta sua produtividade. Esse cidadão vai passar a usar carro para vir trabalhar e vai piorar o trânsito, além de todos os outros problemas decorrentes: estacionamento, poluição, etc. Quem não faz parte da categoria de proprietário de carro próprio, terá que encarar os bolsões. Ou estou terrivelmente enganado, ou os bolsões serão foco de engarrafamentos e filas intermináveis para entrar em ônibus cada vez mais abarrotados. Este cidadão considerará comprar seu carro próprio.

Ou seja, o trânsito muito provavelmente irá piorar, como se já estivesse muito bom. Mas Kassab já decidiu que vai ser assim. Paciência. Pobres dos usuários dos fretados. Ninguém os consultou a respeito da decisão, obviamente, porque ouviriam um sonoro e unânime "não" ao projeto.

Êta vida besta

quinta-feira, 11 de junho de 2009
Não, este blog não acabou. Nem o outro. Assim espero, pelo menos. Foi mais umas férias. Voltarei a atualizar com mais frequência. Estou de volta.

O Twitter é a terra dos preguiçosos. Por isso funciona tão bem. Tenho atualizado bastante o meu, quem não tem, por favor crie. É tendência. Meu profile, aqui. Sigam-me os bons.

Hoje, felizmente é feriado. Dia de não fazer nada. Estou cumprindo isso a risca. Tirando a visita do técnico da máquina de lavar (R$220, ui) não fiz mais nada de produtivo. Joguei videogame, comi, vi um filme (Push), dormi no meio do filme. Em plena quinta-feira. Ah se fosse assim todos os dias.

Mas não é. Tenho trabalhado até bastante (média de 9 horas por dia). Mas não posso reclamar. Exceto do meu chuveiro. Mas isso é história para outro post.

HDTV

quinta-feira, 14 de maio de 2009
Finalmente comprei minha TV Full HD, como havia dito no post anterior. Antes de continuar a leitura, prezado visitante deste espaço, já admito que este post será sobre consumo, então faço um alerta para que o leitor de ideais comunistas deixe este espaço temporariamente.

Retomando, há um bom tempo queria uma TV Full HD, para ser mais exato, desde que eu ganhei um Playstation 3, que exige tal tecnologia para ser desfrutado. Após 3 meses de intenso saving, juntei a grana necessária para realizar meu desejo de consumo, e acabei comprando a bendita TV, junto com um home theater e um rack novo que harmonizasse todos os devices.

A decisão de comprar uma TV nova é algo que demanda muita pesquisa. Antigamente, o único parâmetro a ser observado era o tamanho. Quero uma TV grande ou pequena?, e pronto. Atualmente, funciona assim: primeiro você decide a tecnologia - Plasma ou LCD. Eu escolhi LCD, por inúmeras razões. TVs de Plasma gastam mais energia, exigem ambientes escuros (minha sala é razoavelmente clara), tem o problema do burn-in (dizem que já acabou, mas eu não acredito), e quando o gás acaba, adeus. A LCD não tem nenhum desses problemas, apesar de o nível de contraste não ser tão bom. Obviamente, a televisão tem que ter resolução 1080p, o que é chamado no mercado de Full HD - ou seja, a máxima resolução atualmente suportada.

Depois vem o tamanho. Aí não tem muito segredo. Você mede o tamanho da distância entre o sofá e o lugar da TV. Na net tem umas tabelas que dizem o tamanho recomendado, mas agora estou com preguiça de procurar. No meu caso, 40 ou 42 polegadas eram mais do que suficientes, salinha pequena.

Depois vem as frescurinhas: conversor digital integrado? Achei bastante útil - nada melhor do que ver Hebe Camargo em alta definição. A programação da TV aberta ainda não está 100% HD, mas vários programas já se adequaram ao formato: a supracitada Hebe, a auspiciosa novela Caminho das Índias, o futebol da quarta-feira, a fórmula 1; O Aprendiz do Justus nos apresenta uma dimensão inteiramente nova do botox quando visto em alta definição.

A TV que eu escolhi também tem um negócio que turbina a frequência de 60Hz para 120Hz. Diz a lenda que os movimentos ficam mais suaves, o que é uma vantagem principalmente nos filmes de ação vistos em Blu-Ray.

A conclusão disso tudo é: não poderia estar mais contente com minha nova sala. Meu Playstation 3 ficou muito feliz também. Só não tenho certeza se meus vizinhos gostaram do home theater, mas até agora ninguém reclamou.

Primeiro dia de emprego

segunda-feira, 4 de maio de 2009
Hoje foi meu primeiro dia efetivo no novo emprego. Peguei o bonde andando, a área está no fechamento do mês, então ainda estou me interando dos processos. Descobri que não é possível acessar o twitter da cia. Que pena. Todo o resto está bom.

Hoje estou particularmente irritado. Tem uma britadeira britando lá embaixo, às onze horas da noite.

Domingo eu realizei meus delírios de consumo: comprei uma TV e um home theater novos. Entretando, meu rack novo está desmontado na sala. Ainda não tirei a TV e o HT da caixa. Acho que conseguirei montar tudo na quarta-feira.

No geral, esse foi um post de lamentações, que reflete meu estado de espírito momentâneo. Desculpe por reclamar de barriga cheia, mas faz parte da humanidade estar sempre insatisfeita.

(Ronaldo)

domingo, 3 de maio de 2009



Brincando de paparazzo no hotel onde eu morava em Curitiba.

A propósito, finalmente voltei para São Paulo, depois de 3 meses no Paraná.

BEP e Flo Rida

terça-feira, 21 de abril de 2009
São as duas músicas do momento. A primeira delas é "Boom Boom Pow", do Black Eyed Peas. Sinta o ritmo, moçada! A música nova do BEP tem hip hop, r&b, funk carioca e aquele efeito de voz robótica do cd do Kanye West. Do que fala a música? Ainda não sei, mas que "boom boom pow" dá um bom ritmo, isso dá. E o clipe é bem legal, também, muito moderno.





Right Round é o sucesso do rapper Flo Rida, featuring a artista conhecida como Ke$ha (sic). Aqui a letra é bem edificante, algo como "você faz minha cabeça girar, quando você vai lá embaixo, embaixo, embaixo..." - considerada uma metáfora para o sexo oral, mas nada que nós nunca ouvimos nos axés e funks da vida. Flo Rida até cantou isso no American Idol, um programa familiar. Alguém se importa?



Media Server no PS3

segunda-feira, 13 de abril de 2009
Sou um feliz dono de um Playstation 3 já alguns meses, mas uso muito pouco o bichinho, principalmente porque não tenho uma televisão adequada - mas isso está para mudar. O importante é que vira e mexe eu descubro coisas legais sobre ele.

Por exemplo, não sabia que ele conseguia acessar os arquivos do meu computador através da rede. Isso é possível de duas maneiras. A primeira delas, utilizando o Windows Media Player 11. Para fazer isso, é muito simples. Basta ligar um computador e o PS3 na mesma rede. O WMP11 irá encontrá-lo como "dispositivo desconhecido" - para confirmar que é o videogame, basta olhar o endereço MAC. Depois disso, vá em Biblioteca -> compartilhamento de mídia, e autorize o tal dispositivo desconhecido e, voilà, você terá acesso aos filmes, músicas e imagens do seu computador.

O ruim de usar WMP11 como media server é que ele não tem a opção de ler legenda (pelo menos não descobri isso). Mas usando um programinha chamado PS3 Media Server, dá para assistir a filmes com legenda, deixando o arquivo de legenda na mesma pasta e com o mesmo nome do arquivo de vídeo.

Quanto a velocidade, meu PS3 está conectado a rede através de Wifi. Quando meu laptop também está ligado via Wifi, a transmissão é ruim, mas quando ligo no cabo, fica muito melhor. Mas filmes/séries com legenda ainda travam um pouco. O curioso é que a imagem fica perfeita sem legendas. Talvez se eu ligasse o videogame no cabo, ficaria mais rápido. Farei todos os testes num futuro próximo, quando voltar para São Paulo.

De qualquer jeito, esse lance de Media Server é uma sacada legal, morô mano? A preguiça é mesmo a mãe das invenções.

BBB9, enfim o fim.

terça-feira, 7 de abril de 2009
É muito difícil sobreviver imune ao BBB. Está em destaque em todos os principais portais brasileiros, todo mundo conversa nas ruas, discute-se no twitter, etc. E é um programa divertido, por mais que existam pessoas que torçam o nariz - e acham que assistir ao referido é prova de deficiência intelectual (expressão que eu ouvi outro dia no rádio e adotei).

Há alguns anos atrás (oh mine, o que é a efemeridade do tempo) escrevi um post longo defendendo o programa. É incrível que quatro anos depois, o programa continua com a mesma vitalidade. Tudo bem, a audiência pode não ser a mesma, menos gente vê TV, mas o programa ainda é o maior faturamento da Globo, campeão de audiência, etc. O BBB é um sucesso porque está para a TV assim como o Orkut está para a Internet. Brasileiro gosta de saber da vida dos outros.

O BBB é o American Idol brasileiro, em termos de popularidade. O que é curioso, porque ninguém dá a mínima para as versões brasileiras do Idol, que já foram transmitidas pelo SBT e pela Record e, até agora, não conseguiram emplacar nenhum dos cantores. Talvez o "Brazilian Idol", para funcionar, teria que passar na Globo, depois da novela das 20h, no horário do Big Brother. Aí sim.

Mas isso é assunto para especulação. O fato é que o BBB é um sucesso, e deve durar ainda por anos e anos e gerar polêmica. E parece que o gosto dos brasileiros está evoluindo - quem diria que uma candidata mulata e gostosona seria a forte candidata a ganhar o prêmio de 1 milhão?

Twitter fora do ar

segunda-feira, 6 de abril de 2009
Oh mél déls, como eu vou twittar agora? Por aqui, pelo jeito.

(ouvindo I'm Glad There is You, versão de Chet Baker, Jamie Cullum, Jane Monheit, Sarah Vaughn)

(deu mais de 140 caracteres, por isso que eu gosto de blogar).

(vendo Big Bosta Brasil, torcendo para a Pri ganhar ou para o Max perder, tanto faz)

Casamento da Narê

segunda-feira, 30 de março de 2009
Calma, não morri de fome - ainda. Estou vivinho da silva.

No final de semana passado, estive em São Paulo, para o casamento da minha amiga Narê. A cerimônia foi muito bonita e exótica, com dois padres armênios celebrando a união dela e do Henrique, em armênio, obviamente. Um idioma tão belo, pena que quase ninguém dominava, muito menos o noivo. Mas a cerimônia foi belíssima, unanimidade. Exótica e bela.

A festa então, sem comentários. Pena que não tenho nenhuma foto para postar aqui.

Desejo toda a felicidade do mundo para o casal, que está curtindo a lua de mel em Miami City.

(esse post ficou meio com cara de Caras encontra o Ego encontra Ronnie Von, mas foi sincero)

Magro de ruim

domingo, 22 de março de 2009
Já ouvi essa expressão muitas vezes na minha curta vida: "Nossa, Vinícius, você é magro de ruim", eu ouvia do interlocutor após comer uma porção considerável. Pois parece que agora me tornei finalmente uma boa pessoa. Porque nunca estive tão gordo na minha vida.

A verdade é que também nunca fui, assim, magro. Nunca estive em perfeita forma. Meu abdome sempre esteve muito, muito longe de ser um tanquinho. Mas, dois anos vivendo na Itália, e alguns meses morando fora de casa, em um hotel, numa cidade onde a maior diversão é comer, contribuíram para meu considerável aumento de peso. Minha amiga Camila já disse uma vez que eu tinha "alma de gordo", quando disse que a melhor coisa da Itália não era Roma, Pisa, Coliseu, Vaticano, nada disso... era o sorvete - e pra quem conhece, sabe que isso é verdade. Bem, agora não é só minha alma que é gorda.

Claro, claro, não estou tão gordo assim. 69 quilos, um metro e setenta e quatro. IMC 22,8 - teoricamente estou no meu peso ideal. Mas quando olho no espelho, me espanto. Como cheguei a este ponto? Agora é hora de emagrecer. Tomei esta drástica resolução.

Emagrecer é difícil. Nunca imaginei. O sacrifício de ficar sem comer doces e beber coca-cola é muito grande. Mas, na teoria, vale a pena. Vamos ver. Por enquanto estou resistindo bem. Cortei coca cola e chocolates. Estou jantando salada praticamente todo dia. E olha que eu nunca gostei de salada. Frituras, gorduras, etc., tudo cortado. Academia diariamente. Acabei de voltar da natação. Amanhã é dia de correr. E assim vou vivendo.

Resta saber por quanto tempo eu vou aguentar esta tortura. O ideal seria continuar com a "reeducação" mais radical até perder a barriga, e depois disso, manter o ritmo, reduzir a quantidade de comida, mas uma vez ou outra me permitir alguma gulodice. Aguardem cenas do próximo capítulo.